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	<title>designsampa.com &#187; Design</title>
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	<description>cultura metropolitana contemporanea</description>
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		<title>Jardins verticais e Coberturas Verdes</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 18:30:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rperuchi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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		<description><![CDATA[A convite do Design Sampa, Alexandre Santilli, novo Coordenador da Graduação em Design de Produto do IED, fala sobre jardins verticais e coberturas verdes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/Casa-Carlos-ed.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/Casa-Carlos-ed-300x193.jpg" alt="" title="Casa Carlos ed" width="300" height="193" class="alignnone size-medium wp-image-7296" /></a></p>
<p><small><em>*por Julia Bolliger</em></small></p>
<p>No começo de março, <strong>Alexandre Santilli</strong> assumiu a Coordenação de <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/design/trienais/design-produto/" target=blank>Graduação em Design de Produto</a> no <strong><a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/" target=blank>IED São Paulo</a></strong>. De volta ao Brasil, recém-chegado de Milão, Santilli traz ao IED todo seu <em>know-how</em> na projeção de jardins verticais (internos e externos) e coberturas verdes. </p>
<p>Numa combinação de sistemas de tecnologia, em que se pode ter mais controle sobre as plantas e que leva em conta aspectos de sustentabilidade, Santilli conecta as áreas de Produto, Design de Interiores e Arquitetura em diversos projetos que antecedem a fundação de sua empresa, a <a href="https://www.facebook.com/pages/Vertia-Green-Design/191575657586472" target=blank>Vertia Green Design</a>. </p>
<p>A iniciativa de Santilli introduz sofisticada tecnologia no Brasil, utilizando o sistema de jardins criado por <a href="http://www.verticalgardenpatrickblanc.com/" target=blank>Patrick Blanc</a>, pioneiro na criação das <em>green walls </em>que foram bastante disseminadas em países como Itália e Alemanha. Este último país, líder mundial na área, chega a dar incentivos através de redução de impostos para cidadãos que tenham <strong>coberturas verdes</strong>, já que os sistemas funcionam como isolantes térmicos (reduzindo o gasto de energia elétrica) e trazem diversos benefícios para o meio-ambiente. </p>
<p>A convite do Design Sampa, Santilli desmistifica preconceitos e explica tudo o que ainda não sabemos sobre o jardim vertical e a cobertura verde. Confira:</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/297665_193879284022776_191575657586472_396994_298498942_n.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/297665_193879284022776_191575657586472_396994_298498942_n-300x235.jpg" alt="" title="297665_193879284022776_191575657586472_396994_298498942_n" width="300" height="235" class="alignnone size-medium wp-image-7308" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] Como funciona o processo de instalação do jardim vertical?</strong><br />
Normalmente, trazemos as plantas em vasos, tiramos da terra, limpamos a raiz e inserimos na estrutura montada: um &#8220;sanduíche&#8221; composto por dois tecidos 100% sintéticos, importados da Europa. A estrutura de tecido é montada a apenas 5cm da parede e tem peso final muito leve (somado em 25kgs/m² com plantas), podendo ser aplicada até em paredes de gesso. O jardins são muito resistentes, podem ficar até 3 dias sem água ou até 1 semana e meia sem luz.</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/verde_vertia.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/verde_vertia-300x188.jpg" alt="" title="verde_vertia" width="300" height="188" class="alignnone size-medium wp-image-7319" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] Quais são os benefícios que traz ao meio-ambiente?</strong><br />
<strong>> </strong>O metro quadrado de um jardim vertical produz, por dia, aproximadamente, a quantidade de oxigênio que uma pessoa consome.<br />
<strong>> </strong>Esse jardim tem um alto índice de filtragem do ar em relação a gases nocivos que, mesmo encontrados em quantidades menores na atmosfera, prejudicam a saúde. Isso se dá principalmente em ambientes fechados, com ar condicionado, etc.<br />
<strong>> </strong>É um ótimo isolante acústico para ambientes que necessitam de mais privacidade.<br />
<strong>> </strong>Ajuda a equilibrar a umidade do ar. Quando o ar está muito seco, o tecido da estrutura que permanece sempre úmido, libera umidade.<br />
<strong>> </strong>É um excelente isolante térmico: numa parede que pega sol o dia todo e ao fim da tarde fica morna, um jardim vertical externo pode manter a temperatura interna mais baixa (em escala de 3 a 4 graus).<br />
<strong>> </strong>As coberturas verdes, dependendo da região e do tipo de jardim projetado, podem absorver até 75% da água da chuva, que fica retida nos substratos orgânicos e depois evapora e serve como irrigação. Isso auxiliaria em casos de enchentes, por exemplo.<br />
<strong>> </strong>Um jardim sobre a laje de um prédio pode se tornar mais uma área de lazer, valorizando substancialmente o imóvel.</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/interno_vertia.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/interno_vertia-300x225.jpg" alt="" title="interno_vertia" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-7316" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] Um crescimento vertiginoso por causa das condições climáticas num país tropical comprometeria o desenho dos jardins verticais?</strong><br />
A gente sabe que está construindo um jardim vivo e que ele não é de plástico. Obviamente, ele se transforma conforme vai crescendo. Muitas vezes, algumas plantas crescem mais e cobrem as plantas de trás, mas o desenho feito para os jardins permanece, desde que ele seja mantido em ordem. Como não trabalhamos com vasos, temos uma precisão muito grande nesses desenhos. Ao colocá-las no tecido, dá para cortar e posicioná-las exatamente como se quer, pensando já em como elas irão crescer. Por essa espécie de controle sobre a planta e pela beleza impactada no ambiente, estes jardins estão quase sempre localizados em ambientes corporativos. Na Itália, por exemplo, 90% dos clientes são lojas, escritórios e shoppings centers&#8230;</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/Arneg-Euroshop-2011-Dusseldorf.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/Arneg-Euroshop-2011-Dusseldorf-300x225.jpg" alt="" title="Arneg Euroshop 2011 Dusseldorf" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-7305" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] Flores se adaptam a esse tipo de jardim?</strong><br />
Orquídeas se adaptam. E também o Lírio do Campo (que tem um alto poder de purificação do ar).  Fiz um projeto de um jardim na Bulgari Milão, cheio de flores Medinila Magnífica, que floresceram normalmente. O problema do uso de flores é que o pólen cai e acaba sujando um pouco o piso, mas não chega a ser nada grave. Outra coisa é que também são plantas mais caras. Além disso, devem ser muito bem pensadas para que a planta permaneça esteticamente bonita depois que as flores murcham. Flores são um toque apenas, senão fica parecendo velório.</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/ilumina_vertia.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/ilumina_vertia-300x225.jpg" alt="" title="ilumina_vertia" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-7312" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] Todo jardim interno precisa de iluminação artificial?</strong><br />
As plantas têm necessidade de luz. Muitas pessoas acham que, porque têm uma sala clara, já podem fazer funcionar um jardim vertical. Mas isso é um erro. Você precisa ter um nível de iluminação realmente forte para a planta crescer com vigor. Em ambientes fechados &#8211; a menos que se tenha teto de vidro &#8211; é necessário usar iluminação artificial. E isso é interessante, porque se pode ter um ambiente absolutamente escuro (uma garagem do terceiro subsolo, por exemplo) e um jardim interno funcionando perfeitamente! A iluminação artificial serve também como controle para o crescimento da planta. Por exemplo, a gente não quer que o jardim cresça muito rápido para diminuir a necessidade de manutenção. Ao mesmo tempo, a gente quer que a fotossíntese seja estimulada. Por isso se usam lâmpadas específicas, encontradas em lojas especializadas, que tem uma temperatura de cor perfeita para isso.</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/horizontal_vertia.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/horizontal_vertia-300x168.jpg" alt="" title="horizontal_vertia" width="300" height="168" class="alignnone size-medium wp-image-7323" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] Qual a periodicidade da manutenção? Qualquer pessoa pode fazer?</strong><br />
Tirar a planta de um ambiente, pôr em outro, limpar a raiz, são coisas que fazem com que a planta sofra um processo de estresse. Algumas não sobrevivem, por isso temos um período de adaptação de 2 meses antes de pensar em manutenção paga, é o tempo de garantia das plantas. Após este período, é recomendado que seja feito um acompanhamento de quatro em quatro meses (na mudança de estações), mas um jardineiro pode fazer a manutenção por meio de poda simples. A manutenção técnica conta com regulagem de irrigação, que de modo geral também pode ser instruída ao próprio cliente, mas este caso é um pouco mais complexo e muitas vezes os clientes preferem que a Vertia cuide disso.</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/Cormik-2.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/Cormik-2-300x168.jpg" alt="" title="Cormik 2" width="300" height="168" class="alignnone size-medium wp-image-7313" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] Como funciona esse sistema de irrigação?</strong><br />
O sistema de irrigação é composto por uma linha superior de irrigação e uma calha embaixo, em todos os casos dos jardins verticais. Por gravidade, a água umidifica todo o tecido. Em relação às instalações hidráulicas, trabalhamos com jardins abertos, semi-abertos e fechados. O sistema aberto funciona como uma pia: cai a água e ela vai embora pelo ralo. O sistema semi-aberto tem uma calha maior e uma bomba que faz circular a água do reservatório ao jardim &#8211; caso a água esteja em nível baixo, um sensor abre uma válvula elétrica para nova entrada de água. E o sistema 100% fechado, para ambientes sem qualquer instalação hidráulica, tem que ser manualmente abastecido quando a água está acabando. Uma vantagem é que o sistema de irrigação pode ter tratamentos com todos os nutrientes que a planta precisa na posição em que está, por isso a raiz não precisa “buscar alimento”, diminuindo a velocidade de crescimento e a periodicidade da manutenção do jardim vertical.</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/Surgital-3.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/Surgital-3-300x225.jpg" alt="" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-7324" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] Há alguns preconceitos sobre a entrada de bichos por meio de coberturas verdes. Como você vê esse aspecto?</strong><br />
&#8220;No meu telhado verde vai ter barata?&#8221;. Não sei. No seu jardim tem barata? Pode ser que tenha, normal. Mas a barata vai atrair a lagartixa, vai atrair o pássaro, vai atrair a aranha e um dos pontos positivos da cobertura verde é que ela cria microssistemas que se auto-mantém. Como em qualquer situação em que há um jardim, há insetos. Não é que altere muito o que há fora da casa. Não é que a aranha vá furar o teto e descer para sua sala ou que lá se formará um ninho de cobras&#8230; Isso, que pode ser considerado um &#8220;problema&#8221;, é considerado por muitos algo positivo, do ponto de vista ambiental. </p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/384911_196389710438400_191575657586472_404609_1272748857_n.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/384911_196389710438400_191575657586472_404609_1272748857_n-300x278.jpg" alt="" title="384911_196389710438400_191575657586472_404609_1272748857_n" width="300" height="278" class="alignnone size-medium wp-image-7297" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] E quanto às coberturas nos prédios? Como isso funciona?</strong><br />
É um sistema muito inteligente pois, à parte a questão estética que torna muito mais bonito um prédio com um jardim do que com uma laje de cimento, a questão funcional é muito bacana também. Uma laje normal chega a esquentar até cerca de 80° de temperatura em dias de sol, o que evidentemente provoca uma dilatação do material. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, depois cai um temporal que faz com que toda essa dilatação se retraia muito rapidamente. A laje &#8220;trabalha&#8221;, digamos. Essa situação detona qualquer sistema de impermeabilização normal (que tem durabilidade de 8, 10 anos). Com a cobertura verde, esse sistema pode durar mais de 30 anos, já que a estrutura do jardim protege a laje destas diferenças de temperatura. Na Alemanha, por exemplo, existem coberturas verdes que existem há 35 anos e tem árvores de até 7m de altura!</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/cv_2_vertia.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2012/04/cv_2_vertia-300x223.jpg" alt="" title="cv_2_vertia" width="300" height="223" class="alignnone size-medium wp-image-7327" /></a></p>
<p><strong>[Design Sampa] Isso não seria uma forma de &#8220;baratear&#8221; o custo desse tipo de jardim, já que estamos falando de uma série de apartamentos e custos divididos em diversos moradores?</strong><br />
Para baratear, teria de se repensar o sistema, que não é acessível a todos pois custa muito. Não só pelos materiais que são realmente muito caros, mas pela questão da mão de obra especializada e o sistema de irrigação que é de alta tecnologia. É um produto muito artesanal e cujo preço varia de acordo com a qualidade do local, a metragem, a variação das plantas&#8230; Independente do custo da estrutura, há o custo da hora de trabalho. Mas o sistema patenteado por Patrick Blanc tem tudo para ser superado por um novo, com mais tecnologia e preços mais acessíveis. Falta alguém inventar, e esse é um desafio que também a Vertia está tentando superar.</p>
<p><a href="https://twitter.com/share" class="twitter-share-button" data-url="http://designsampa.com/jardins-verticais/7282" data-text="Jardins Verticais e Coberturas Verdes, por Alexandre Santilli" data-via="IEDBrasil">Tweet</a><br />
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		<title>Nelson Schiesari</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aluno do IED São Paulo, formado em Industrial Design, escola de design]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width='420' height='315' data='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' type='application/x-shockwave-flash'><param name='movie' value='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='allowscriptaccess' value='always' /><param name='flashvars' value='config=http://www.ied.tv/swf/config.ashx?v=b9201d52-9e84-4d7e-9c8a-eb7022f88abc' /><embed type='application/x-shockwave-flash' width='480' height='270' src='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' flashvars='config=http://www.ied.tv/swf/config.ashx?v=b9201d52-9e84-4d7e-9c8a-eb7022f88abc' allowfullscreen='true' /></object></p>
<p>Nelson Shiesari, ex aluno do <a href="http://www.ied.edu.br/sao_paulo/" target="_blank">IED (Istituto Europeo di Design) São Paulo</a>, formado pela escola de <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/design/" target="_blank"><strong>design</strong></a> em <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/design/master/design-industrial/" target="_blank"></a><a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/design/trienais/design-produto/" target="_blank">Design de produto</a> conta um pouco sobre a sua paixão pelo design italiano, seus grandes aprendizados no <strong>IED</strong>, suas conquistas e trabalhos.</p>
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		<title>Thiago Pinho</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 15:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aluno do IED São Paulo do curso de Design de Produto, escola de Design]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width='420' height='315' data='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' type='application/x-shockwave-flash'><param name='movie' value='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='allowscriptaccess' value='always' /><param name='flashvars' value='config=http://www.ied.tv/swf/config.ashx?v=d50e4e39-c7af-49c7-85fc-de4bfc7b4e20' /><embed type='application/x-shockwave-flash' width='480' height='270' src='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' flashvars='config=http://www.ied.tv/swf/config.ashx?v=d50e4e39-c7af-49c7-85fc-de4bfc7b4e20' allowfullscreen='true' /></object></p>
<p>No final do ano de 2009, o aluno da <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/design/" target="_blank">escola de design</a> do curso de <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/design/trienais/design-produto/" target="_blank">Design de Produto</a> do <a href="http://www.ied.edu.br/sao_paulo/" target="_blank">Istituto Europeo di Design (IED)</a>, Thiago Pinho, contou em uma entrevista para o próprio Istituto, um pouco sobre a sua vida, seus sonhos e como o <strong>IED,</strong> junto com os professores, o ajudaram a trazer o mundo artistico do design para o mundo industrial do automobilismo.</p>
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		<title>Angola Houghton</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 19:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome: Daphne Eloise Angola Houghton
Apelido: Angola
Idade: 33
Curso: Interior Design
Profissão: Designer e Jornalista
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src='http://www.ied.tv/witv/Default.aspx?id_video=08addd74-ee53-48f2-b051-9c89f3b21a85&#038;isDotTV=true' width='425' height='355' frameborder='0'></iframe></p>
<p>Formada em antropologia social na Universidade de Edimburgo, Escócia, Angola começou o IED em Madrid e já morou em vários países. Fala fluentemente inglês, espanhol, português e francês. Seu objetivo é trabalhar com cultura num ambiente aberto e internacional como museus e patrimônio histórico.</p>
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		<title>Paolo Barichella</title>
		<link>http://designsampa.com/paolo-barichella/472/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 18:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Angola</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Food design]]></category>
		<category><![CDATA[Paolo Barichella]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é Food design? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-476" title="Paolo Barichella" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2009/09/caprese_350-261x300.jpg" alt="Paolo Barichella" width="261" height="300" /></p>
<p><span><strong>Food design</strong> é a capacidade de projetar propostas e soluções alimentares eficazes em um contexto no qual o produto seja funcional ao tipo de ambiente de consumo, e, sobretudo, ás exigências do consumidor em diversos momentos e situações de consumo.</span></p>
<p><span>Os instrumentos para a transformação, conservação, veiculação, serviço e consumo do produto alimentar devem ser pensados com a finalidade de instaurar uma estreita relação dirigida a melhorar as características do produto alimentar e de seu consumo.</span></p>
<p><span>Somente quando são estudadas atentamente todas as características de um produto alimentar ou quando projetadas com a mesma matéria pode-se falar de Food Design.</span></p>
<p><span>Em uma só afirmação podemos declarar que Food Design é a criação responsável de interfaces e instrumentos funcionais e complementares do ato de se alimentar** e muitas vezes consistir no próprio alimento.</span></p>
<p><span>Minha consideração(**alimento, função fisiológica primária do ser humano que é completada pelo ato de trazer nutrição através de substâncias externas ao organismo humano (fome)</span></p>
<p><span>Teorização de<strong> <a href="http://www.barichella.it/" target="_blank">Paolo Barichella</a></strong> efetuada na Comissão ADI de <strong>Food Design</strong></span></p>
<p><span><em>- O que inspira um especialista em food design?</em></span></p>
<p><span>As necessidades que as pessoas mostram em função de novas exigências que são criadas e em seguida as transformações sócio-econômicas e culturais.</span></p>
<p><span>As fontes de inspiração chegam observando as problemáticas que existem nos contextos de consumo dos alimentos e em todos os aspectos ligados a sua utilização nos espaços e nos comportamentos.</span></p>
<p><span><em>- Acredita que o design é uma forma de reconciliar o consumidor com o alimento industrializado? Como?</em></span></p>
<p><span>Certamente sim. Quando se fala de design como meio de trazer os benefícios de uma descoberta ou de uma metodologia de aproximação para um ato alimentar, é aquele de identificar um processo industrial através do profissional de food design. Hoje, esta aproximação introduz um conceito de “design democrático” cada dia mais atual quando se fala de alimentos. Os maiores resultados de um produto se obtém através de economias de escala que permitam trazer de maneira justa os benefícios para todos.</span></p>
<p><span>O importante é  colocar atenção no projeto e não na venda do produto. A finalidade é a mesma, mas o approach é diametralmente oposto. O marketing manager tem como objetivo o incremento das vendas, procurando um produto que vende, o designer tem como objetivo que o produto seja totalmente eficaz em termos de utilização deste produto, seu consuno e sua reaquisição. As empresas devem entender que o objetivo de produzir não é aquele de vender, mas de realizar algo que satisfaça as exigências do indivíduo.</span></p>
<p><span>Vender é conseqüência natural do fato que o produto seja eficaz sendo premiado com a compra, natural conseqüência da satisfação pelo produto. Parece banal, mas muitas vezes não é assim pensado.</span></p>
<p><span><em>- Você acredita que vivemos a geração do design, inclusive quando o tema é alimentação?</em></span></p>
<p><span>Acredito que finalmente tenhamos chegado ao momento. Pelo meu ponto de vista é um pouco tarde. Mesmo trabalhando há mais de seis anos nesta àrea, estou ainda em uma fase de divulgação junto das empresas de benefícios que podem levar a cultura de Food &amp; Beverage.</span></p>
<p><span><em>- Você é  capaz de citar uma embalagem de comida perfeita? Qual e por quê? </em></span></p>
<p><span>Não existe uma embalagem perfeita. Existe a embalagem mais conveniente e eficaz para a situação em um contexto particular.</span></p>
<p><span>Explicando melhor, um produto como “Agita e Gusta” da Bonduelle é perfeito se comprado para uso fora do lar, em um lanche ou na pausa do almoço por exemplo. Lugares aonde não é possível ter consigo todos os ingredientes para consumir uma salada. Porém é praticamente inútil se consumido em casa, aonde todos os ingredientes estão a disposição.</span></p>
<p><span><em>- Para pensar o food design é preciso ser gourmet? </em></span></p>
<p><span>É necessário conhecer a fundo os mecanismos que um gourmet apreendeu no início de sua carreira. Os motivos pelos quais nos alimentamos e a sinestesia evolutiva que nos explica o motivo pelo qual percebemos as sensações e psicologicamente  nos comunicamos com  os valores muitas vezes são opostos e em momentos diferentes. Em tudo isto, incluímos teorias antropológicas, sociológicas e psicológicas.</span></p>
<p><span><em>- Você cozinha? </em></span></p>
<p><span>Sim, é uma das minhas paixões preferidas, mas gosto de fazer quando estou com amigos.</span></p>
<p><span>Não posso dizer se sou bom ou não.  É melhor perguntar aos amigos sem que eu esteja presente&#8230;</span></p>
<p><span>Quando estou sozinho, uso os produtos oferecidos pela indústria alimentícia.</span></p>
<p><span><em>- Você acredita que o tema “comida” de modo geral está na moda?</em></span></p>
<p><span>A “comida” sempre esteve um pouco na moda porque traz consigo uma série de aspectos fortemente comunicativos que prescindem simplesmente um aspecto puramente nutricional.</span></p>
<p><span><em>- Que aspectos sensoriais são levados em consideração na hora de criar uma peça de food design?</em></span></p>
<p><span>São os aspectos centrais e prioritários do projeto. A sinestesia, ou por assim dizer, a contaminação entre os diversos sentidos e baseando-se em um estudo de produto de Food Design. Entender e controlar o modo no qual o sentido de algumas informações mudam de uma hora à outra é um dos segredos de alguns produtos.</span></p>
<p><span><em>- O consumidor está  disposto a pagar mais por um produto com boa embalagem? </em></span></p>
<p><span>Depende. O Easy Pill, por exemplo, é um sistema que permite a abertura da tampa de uma lata sem a necessidade de um abridor de latas.Este produto tem um valor maior se usado fora de casa do que se o consumidor  estiver em casa com o abridor de latas na gaveta. Em um piquenique o consumidor perceberá um valor maior no uso, portanto está disponível a pagar mais. È sempre um fator de eficácia e uso em função do contexto,  e este é meu conceito sobre Food Design, o consumidor percebe um grande valor dependendo do real benefício que terá em termos de serviço e no que a embalagem vai agregar em relação ao contexto de uso.</span></p>
<p><span><em>Quando uma peça de design se torna arte?</em></span></p>
<p><span>Quando entra em um livro de história da arte ou design.</span></p>
<p><span>O bom design é  algo que permanece nos catálogos das empresas por anos uma vez que o público procura, independentemente da tendência do momento.</span></p>
<p><span>A relação entre arte e design é algo muito complexo, é fundamental que exista também um valor criativo e artístico no produto que se adquire, mas não pode ser o único valor levado em consideração, caso contrário terna-se algo efêmero, uma puro exercício de estilo comm um fim em si mesmo.</span></p>
<p><span>Um objeto de design não é algo a ser colocado em cima de algum móvel ou pendurado na parede, mas deve ser algo eficaz a ponto de que seja consumido e que se deva comprar de novo. </span></p>
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		<title>Viviane Spaco</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 10:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IED Brasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Industrial design]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome: Viviane Spaco
Apelido: Vivi
Idade: 21
Curso: Industrial Design
Profissão: Designer]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src='http://www.ied.tv/witv/Default.aspx?id_video=4fe9cd60-a9cd-4496-bc58-6ba0d7a0c0ff&#038;isDotTV=true' width='425' height='355' frameborder='0'></iframe></p>
<h2><em>&#8220;Eu não sou quem eu sou sem o IED&#8221;</em></h2>
<p>Vivi, como é conhecida pelos amigos, encontrou no IED um lugar aonde ela podía se sentir a vontade. Ja dentro ela viu que um resultado rapido só vinha a partir do momento que voçê aproveita de tudo o que a escola oferece.</p>
<p><em>&#8220;A partir do momento de que você entra você ja não é aluno, você é um profissional&#8221;.</em> </p>
<p>Professores, palestrantes, empresas, estudar e trabalhar entorno de pessoas apaixonadas pelo que fazem, esta é a bagagem enorme que ela conseguiu e que hoje faz que ela seja parte de um mundo que lhe pertence.</p>
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