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	<title>designsampa.com &#187; Entrevistas</title>
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	<description>cultura metropolitana contemporanea</description>
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		<title>Coordenadora de joias do IED fala mais uma vez sobre o trabalho de coolhunting</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 17:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IED Moda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Cool Hunting]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Janiene Santos, coordenadora do curso de design de joias do IED, contou em entrevista um pouco mais sobre o que é o coolhunting]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/06/janiene1.jpg"><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/06/janiene1.jpg" alt="" title="janiene" width="450" height="413" class="aligncenter size-full wp-image-6212" /></a></p>
<p>Coordenadora e professora do <a href="http://www.saopaulo.ied.edu.br/" target="_blank">IED</a>, também realiza<strong> pesquisa de tendências</strong> para agências de propaganda e empresas de diversos setores.</p>
<p>&#8220;Percebo que as pessoas fantasiam um pouco sobre esse tipo de trabalho, por isso sempre aceito dar  entrevistas, para esclarecer um pouco sobre a atividade e mostrar que aqui no<strong> IED</strong> oferecemos uma abordagem bastante completa no nosso curso.&#8221;</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Janiene Santos</strong></p>
<p>Confira o video:<br />
<iframe src='http://ied.tv/witv/Default.aspx?id_video=c934f432-3f50-4a83-aeab-1a9da98567fd&#038;isDotTV=true' width='425' height='355' frameborder='0'></iframe></p>
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		<title>Fashionlab &#8211; Um site para marcas e criativos</title>
		<link>http://designsampa.com/fashionlab-um-site-para-marcas-e-criativos/6035/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jun 2011 19:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Mabellini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Cool Hunting]]></category>
		<category><![CDATA[design de moda]]></category>
		<category><![CDATA[IED Milão]]></category>
		<category><![CDATA[Ied Sao Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Ex alunos do IED São Paulo e IED Milão montam site para criativos mostrarem o seu talento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/06/Mila_Bezerra_David_Lourenco.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6037" title="Mila_Bezerra_David_Lourenco" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/06/Mila_Bezerra_David_Lourenco.jpg" alt="" width="450" height="675" /></a></p>
<p>Mila Bezerra e David Lourenço, ambos de 23 anos, são amigos desde infância e após estudarem no <strong>IED</strong> (Mila  <a href="http://www.ied.it/milano/scuola-moda/corsi-triennali/fashion-design/MBD519E" target="_blank">Fashion design </a>em <a href="http://www.ied.it/milano/home" target="_blank">Millão </a>e David <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/moda/extensao/cool-hunting-cacador-de-tendencias/" target="_blank">Cool Hunting </a>em <a href="http://www.saopaulo.ied.edu.br/" target="_blank">São Paulo</a>) decidiram montar um site inovador e repleto de oportunidades para novos criativos. Junto também com o publicitário Roberto Meira e Felipe Carvalho da empresa<a href="http://www.metagov.com.br/" target="_blank"> Metagov </a>eles criaram o <a href="http://www.fashionlab.com.br/br/" target="_blank">Fashionlab</a>, um site de “<em>crowdsourcing</em>” voltado para moda para marcas promoverem concursos e assim, ganharem mais audiência, visibilidade e/ou reposicionamento no mercado. O site também é voltado para todos os criativos do mundo inteiro, para que possam mostrar o seu talento para pequenas, médias e grandes marcas de moda com os projetos realizados a partir de concursos.</p>
<p>Mila e David, em entrevista para o <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/" target="_blank"><strong>IED São Paulo</strong></a>, contaram um pouco mais sobre e como funciona o <a href="http://www.fashionlab.com.br/br/" target="_blank"><strong>Fashionlab</strong></a>.</p>
<p><em><strong>Como um criativo consegue fazer parte do Fasionlab? É necessário que ele pague algo para o site para poder participar?</strong></em><br />
<strong>Mila –</strong> O criativo precisa apenas fazer o seu cadastro e perfil no site, como um facebook. Ele cria o seu perfil, insere alguns trabalhos e projetos realizados e começa a pesquisar qual a competição que quer participar e não precisa desembolsar nada para fazer parte do Fashionlab, é um site inteiramente gratuito para criativos.<br />
O criativo também possui  os seus amigos e contatos no Fashionlab e pode, inclusive, curtir projetos que tenha gostado.</p>
<p><em><strong>E para marcas lançarem uma competição, como é feito o processo?</strong></em><br />
<strong>Mila-</strong> Para marcas também é muito fácil. A marca entra no site, cria uma senha e login e lança uma competição, logo em seguida nós entramos em contato para elaborarmos um briefing e conversarmos sobre valores.</p>
<p><strong>O Fashionlab é um site de <em>crowdsourcing</em> voltado para moda, correto? Mas o que seria exatamente um “<em>crowdsourcing</em>’?</strong><br />
<strong>David – </strong><em>Crowdsourcing</em>, ao pé da letra, é algo como “fornecido pela multidão” uma “criação coletiva”. Uma forma de inovação. Um espaço onde criativos do mundo inteiro podem enviar os seus projetos para as marcas da moda. Um trabalho colaborativo em torno de um objetivo comum; que seria, no caso do Fashionlab, uma nova criação para uma marca da moda.</p>
<p><em><strong>Há quanto tempo existe o Fashionlab e quantos criativos estão cadastrados?</strong></em><br />
<strong>Mila-</strong> O Fashionlab esta no ar um pouco mais de duas semanas e possui 2.500 criativos cadastrados. Mas antes do site ir para o ar nós o divulgávamos no <a href="http://blog.fashionlab.com.br/" target="_blank">blog do fashionlab</a>. É um blog muito focado em conteúdo que trás coisas inéditas. Sempre tem alguém antenado em tudo. Sempre alguém respondendo as perguntas que recebemos. Todos os títulos dos post do nosso blog são em inglês, pois pessoas de outros países acessam muito o blog.<br />
<strong>David – </strong>Por incrível que pareça tem muito criativo de fora acessando o Fashionlab. Tanto que, daqui alguns dias o site estará disponível em inglês, espanhol e italiano. Um bom exemplo é de uma blogueira de Londres que na primeira semana do blog já nos enviou um e-mail perguntando mais sobre o Fashionlab.</p>
<p><strong>Como Surgiu a ideia do Fashionlab, de criar um site de <em>crowdsourcing</em> voltado para a moda?</strong><br />
<strong>Mila- </strong>O Felipe Carvalho, da empresa <strong>Metagov</strong>, que também é nossa parceira, percebeu uma tendência muito grande de <em>crowdsourcing</em> no exterior e percebemos que aqui no Brasil mal existe o <em>crowdsourcing</em> e o pouco que tem é voltado para a publicidade, criação de logo e coisas do gênero.<br />
<strong>David &#8211; </strong> E em uma conversa chegamos a conclusão de que não existe <em>crowdsourcing</em> voltado para a moda no Brasil. O que existe são concursos muito pontuais, realizados, por exemplo, por faculdades ou marcas e que não são muito divulgados. O criativo mal fica sabendo do concurso e quando participa, ele pode até ganhar esse concurso mas depois, para onde vai o projeto? Ele acaba não ficando mais no ar e o criativo se “perde” junto com o projeto.</p>
<p><em><strong>Então, no Fashionlab os projetos dos criativos que participam dos concursos ficam sempre no ar?</strong></em><br />
<strong>David –</strong> Exato! No Fashionlab, você vai criar o seu perfil e montar um, vamos dizer,  portfólio, que fica no ar onde todas as marcas podem ter acesso, e assim, recrutar o seu trabalho mesmo se não for o ganhador do concurso. O bacana é ver a evolução dos projetos desenvolvidos pelos criativos, pois existe muita gente que é nova, que está começando a fazer faculdade e desenha uma coisinha aqui, outra coisinha ali e ver a evolução do portfólio dessa pessoa é muito legal.</p>
<p><em><strong>Como o curso no IED ajudou vocês a desenvolverem e criarem o Fashionlab?</strong></em><br />
<strong>Mila -</strong> Como eu queria estudar moda no exterior acabei encontrando o <strong>IED</strong> aqui no Brasil e como vocês tinham curso no exterior fui para Milão, mas para fazer o curso de One Year, porém na metade do curso eu percebi  como eu estava indo bem, evoluindo e aprendendo, então eu percebi que não poderia voltar e acabei fazendo o curso de três anos. Os cursos no<strong> IED</strong> me ajudaram a perceber como é possível se criar em cima de pequenas coisas. Tudo com um pouco de criatividade pode se transformar. E é isso que é o Fashionlab, onde nos unimos para transformar qualquer coisa com criatividade. Onde você leva moda para o produto.<br />
<strong>David -</strong> . Eu sempre gostei de moda, mas eu tinha um pouco de medo, pensava que não ia dar certo nada. E quando me formei em publicidade em 2009,  que foi na mesma época que a Mila voltou de Milão, nós decidimos montar um blog de moda e comecei a gostar muito do assunto e percebi que precisava estudar e me aprofundar mais no tema. E pesquisando encontrei o curso do <strong>IED</strong> de <strong><a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/moda/extensao/cool-hunting-cacador-de-tendencias/" target="_blank">Cool Hunting</a></strong> e eu comecei a  ler e vi que era isso o que eu queria, porque o Cool Hunting na verdade não é somente moda, mas ele é muito o estudo do comportamento, como lançar o produto e isso é muito legal, eu gostei de aplicar isso na moda, achei interessante e percebi que era isso o que eu queria!</p>
<p><em><strong>Para as grandes marcas, qual seria um dos atrativos para chamar a atenção, para que ela queira lançar uma competição no Fashionlab.</strong></em><br />
<strong>Mila-</strong> Além da marca ter milhares de criativos do mundo inteiro desenvolvendo um projeto para ela de acordo com que esta deseja, marcas que não tem a ver com moda podem se unir a outra marca que é ligada a moda para conseguir solucionar o seu problema a partir de uma competição pelo Fashionlab. A gente também trabalha com uma forma de solucionar problemas com inovação. Porque é o que a marca precisa nos dias de hoje, principalmente, por exemplo,  as  marcas de tecnologia, que devem “quebrar a cabeça” todos os dias para entrarem em novos segmentos.</p>
<p><em><strong>Quantas competições ficarão no ar?</strong></em><br />
<strong>David -</strong> A gente quer sempre deixar pelo menos três promoções acontecendo. Por exemplo, atualmente temos um concurso para estampa de camiseta, uma de armação de óculos e outra da Dragon Fashion.</p>
<p>
<strong>-- SimpleFlickr Content --</strong><br />
(Please visit the original post page to view the details.)
</p>
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		<title>B.G. Design</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 18:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Mabellini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Fashion Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Ied Sao Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista, Gabriela Baldo, pós-graduada em Fashion Marketing pelo IED São Paulo, conta o sucesso que está alcançando com o lançamento de sua marca]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/02/BG2.jpg" alt="" title="BG" width="450" height="547" class="aligncenter size-full wp-image-5311" /></p>
<p>Gabriela Baldo,  aluna formada em <strong>Fashion Design</strong> pelo <a href="http://www.ied.it/milano/home" target="_blank">IED Milão</a> e pós-graduada em <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/moda/master/fashion-marketing-and-communication/" target="_blank">Fashion Marketing and Communication</a>, pelo<a href="http://www.saopaulo.ied.edu.br/" target="_blank"> IED São Paulo</a>, conta como foi o seu começo de carreira e o que espera para o futuro de sua marca, <a href="http://www.bg-artestiledesign.com" target="_blank">B.G design</a></p>
<p><em><strong> Como surgiu a sua paixão pela moda?</strong></em><br />
Quando eu era bem nova, fiz um intercambio e estudei em uma escola na Itália. Lá me encantei pela moda. Na própria escola podíamos escolher uma área na qual gostássemos muito e como sempre gostei de criações e trabalhos manuais escolhi a moda. Eu tinha aula de costura, de modelagem e me apaixonei por aquilo. Quando voltei para o Brasil já tinha certeza do que queria fazer alguma coisa ligada à moda. Na época não existiam muitas faculdades de moda, era um curso muito novo. E procurei uma faculdade que pudesse me dar uma base muito ampla, que pudesse me oferecer professores atuantes no mercado de trabalho e assim que tivesse o maior conhecimento possível naquilo que estavam fazendo. Então optei pelo <strong>IED de Milão</strong>, pela sua tradição por se localizar na cidade da moda.</p>
<p><em><strong>Estudar nem Milão te deu um conhecimento maior nessa área de artes e moda?</strong></em><br />
Me proporionou uma bagagem cultural muito grande. Moda para mim, faz parte do do meio da arte. Você precisa ter um conhecimento, o que aconteceu, o que vem acontecendo, o histórico das empresas, o mercado de luxo&#8230;Milão é uma cidade que acontece tudo nê? <strong>Artes</strong>, <strong>design,</strong> <strong>moda</strong>&#8230; Então você vê aquilo, você respira aquilo, é toda a hora, em todo o lugar. Toda arte está muito constante no seu dia-a-dia e foi ali que consegui apurar um olhar para moda conceito.  O que é moda, da onde vem a moda, qual a ligação com o marketing com o design.</p>
<p><em><strong> E o Fashion Marketing aqui em São Paulo, como que foi?</strong></em><br />
Quando terminei o trienal lá em Milão e voltei para o Brasil eu já tinha meu plano de montar uma empresa. Eu sempre quis ter a minha marca e  precisava de uma base mais de business e administração para poder montar e cuidar da parte financeira, da parte contábil e venda, enfim, eu precisava de um knowhow . Por que  não basta você ser uma grande estilista se você não vê o lado comercial, o resultado das vendas, o financeiro, o quanto custa a matéria-prima e no que ela pode ser aplicada. Eu não posso trabalhar uma materia-prima com um custo muito alto para uma peça que não rende tudo aquilo, então, na hora de montar uma coleção, você precisa montar um equeleto, precisa de um planejamento, tem que ter os custos no papel. Não basta ser um ótimo criador, mas precisa também ter os pés no chão para que a empresa seja bem estruturada e vá para frente.</p>
<p><em><strong> E o Fashion Marketing te deu essa base, colocou os seus pés no chão?</strong></em><br />
O Fashion Marketing  me deu um olhar mais real de consumo, de entender o consumidor mesmo. Não só achar o que pode ser bonito, o que pode ser feio, mas o que pode ser vendável e o que os outros desejam consumir.  Não adianta ser uma criação incrível, super inovadora se a gente não tem mercado para isso no Brasil. A gente precisa saber no que apostar.<br />
Por não ter essa cultura, por não saber o que a gente está consumindo a gente ainda segue muito as tendências internacionais, o que as pessoas lá fora estão usando. A gente ainda não tem uma opinião muito formada em relação a cultura de moda, mas estamos começando a ter esse knowhow. Como  consumir, o que consumir, o que é melhor, o custo das coisas, se o preço realmente vale o que vale&#8230;</p>
<p><em><strong>Como foram os seus primeiros showroom, no Rio-à-poter e no Terraço Daslu?</strong></em></p>
<p>A exposição do Rio foi na mesma semana da semana de moda na cidade, então a feira Rio-à-poter bombou. Teve uma grande quantidade de compradores e uma ótima visibilidade. Por ser a primeira aparição da marca teve um resultado bem bacana. Blogueiras, pessoas de editorial de revistas, gente do mundo da moda, valeu super a pena.<br />
Aqui em São Paulo, estou tendo um retorno até maior do que esperava. Nos primeiros dias foi um pouco devagar, mas agora, na semana do São Paulo Fashion Week, estão chegando bastante compradores e a imprensa. Superou as minhas expectativas.<br />
Eu sempre fui uma pessoa com o pé no chão, já cheguei pensando que não venderia muito. Já que, para um cliente apostar numa marca ela precisa já ter um histórico, pois ele não sabe se você tem uma entrega correta, se você realmente vai produzir o que está expondo. Então o cliente precisa sentir essa segurança, por isso os primeiros pedidos sempre são menores, mas esta exposição está superando as nossas expectativas.</p>
<p><em><strong>Porque você acha que o retorno está sendo tão grande?</strong></em><br />
Pelo diferencial da marca, não é uma coleção tão comercial, não tem  aquela pegada de “rios de estampas” que já tem bastante gente fazendo no  mercado. É uma marca urbana, então é uma mulher mais madura, mais  séria, que trabalha, que conhece a qualidade da roupa, a qualidade da  matéria-prima. Essa mulher é feminina e sabe o que está comprando. Acho  que estamos agradando pelo fato de sermos diferente.</p>
<p><em><strong>Você também tem um showrrom em Porto Alegre&#8230;</strong></em><br />
É, eu nasci lá, fiquei bastante tempo fora, e agora voltei em fevereiro do ano passado para montar a empresa. A sede da marca é lá em Porto Alegre. Dentro da sede eu tenho um Showroom que é também onde fica o escritório, tudo em um lugar só. Hoje, eu pretendo  ficar por lá e fazer feiras e exposições aqui em São Paulo.<br />
O projeto da empresa é algo bem maior.  Minha intensão é agregar uma galeria de arte a loja, ter um café, uma biblioteca. Ser algo bem maior com tudo integrado e ligado a arte.</p>
<p><em><strong> Você tem planos para o mercado exterior?</strong></em><br />
Sim, muitos! A ideia é começar a exportar o quanto antes, poiso nosso produto é bem competitivo para o mercado externo.</p>
<p><em><strong> Você pensa  bastante na  sustentabilidade, como trabalha isso?</strong></em><br />
A gente trabalha com matéria-prima natural e o processo e montagem das peças é tudo pensando na sustentabilidade, principalmente pela existência dessa mulher que não gosta de matéria-prima que é sintética, fio sintético. Esse material, no corpo, na pele, não é agradável. Essa mulher quer um tecido com caimento, um tecido com qualidade. Trabalhamos com seda, algodão 100%, lã&#8230; Eu tento trabalhar o máximo possível com sustentabilidade.</p>
<p><em><strong>Da onde veio a sua inspiração? Porque essa mulher moderna?</strong></em><br />
A marca traduz muito o que eu já vivi e minha maneira de ver a moda e  o seu consumo. Eu gosto muito de saber que estou pagando no produto o preço real dele e gosto de conhecer e entender o porquê ele custa isso.</p>
<p>
<strong>-- SimpleFlickr Content --</strong><br />
(Please visit the original post page to view the details.)
</p>
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		<title>Entrevista com Antonio Eduardo Pinatti</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 18:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Mabellini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[IED]]></category>

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		<description><![CDATA[Prestigiado na área comercial e acadêmica, Pinatti que leciona no IED fala
sobre arte, design e os desafios de sua carreira profissional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sua formação inicial foi em Administração de Empresas pela FEA-USP em 1975, mas seu destino sempre esteve traçado para a área da arte e design onde se formou em 1987 em <strong>Design de Produto</strong> pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo.</p>
<p>Desde então Antonio Eduardo Pinatti se realizou profissionalmente e seguiu com uma carreira brilhante desenvolvendo produtos na agência Forma e Função e prestando assessoria para Wheaton do Brasil, empresa especializada em vidros de perfumes e cosméticos onde desenvolveu para as marcas Natura, Avon, Giovanna Baby e Água de Cheiro.</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/01/Pinatti_1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5104" title="Pinatti_1" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/01/Pinatti_1.jpg" alt="" width="450" height="535" /></a></p>
<p>Na área acadêmica, além da graduação, Pinatti possui mestrado e doutorado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Seu prestigio na área comercial e acadêmica rendeu convites para participar de eventos e concursos. Pinatti participa anualmente no júri dos concursos: Planeta Casa – Revista Casa Claudia – Abril, GiftFair, House &amp; Gift, Embanews, ABRE e Prêmio do Design Brasileiro – Museu da Casa Brasileira.</p>
<p>Com larga experiência acadêmica e comercial, Pinatti tenta passar aos alunos seus conhecimentos no <a href="http://saopaulo.ied.edu.br/" target="_blank">IED – Istituto Europeo di Design</a>, onde leciona para as turmas de<strong> <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/moda/" target="_blank">Moda</a>, <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/moda/trienais/producao-joalheira/" target="_blank">Joias</a>, <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/design/trienais/design-produto/" target="_blank">Produto</a> e <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/design/trienais/design-interiores/" target="_blank">Interiores</a></strong> e em outras faculdades.</p>
<p><strong><em>Quando surgiu em você o interesse em trabalhar com arte?</em></strong><br />
O interesse pela arte surgiu desde criança, isso acabou de uma forma ou de outra me incentivando a desenhar e depois a buscar um curso onde eu pudesse aperfeiçoar os desenhos.</p>
<p><em><strong>Qual foi o trabalho mais marcante e gratificante em toda a sua carreira?</strong></em><br />
Assim que me formei em 1987 pela Faculdade de Belas Artes fui trabalhar com desenvolvimento de produtos. Desenvolvi frascos de perfume para várias marcas numa assessoria a empresa de vidros WHezton do Brasil e acabei recebendo pelos trabalhos desenvolvidos, alguns prêmios de design. Um dos mais marcantes foi o da ABIVIDRO.</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/01/Produto_de_Antonio_Pinatti.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5105" title="Produto_de_Antonio_Pinatti" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/01/Produto_de_Antonio_Pinatti.jpg" alt="" width="450" height="335" /></a></p>
<p><em><strong>Sendo uma pessoa experiente, como você analisa as mudanças do mercado e a postura atual dos designers?</strong></em><br />
As mudanças do mercado são mais rápidas e estão em constante evolução. O designer atualmente tem que estar atualizado principalmente com a tecnologia e tendências.<br />
Quando comecei existiam poucos designers e poucas escolas, hoje existe muito mais competição.</p>
<p><a href="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/01/Pinatti_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-5106" title="Pinatti_2" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2011/01/Pinatti_2.jpg" alt="" width="450" height="535" /></a></p>
<p><em><strong>Atualmente você é um profissional que acumula prêmios, é prestigiado (participando como jurado de grandes concursos) e requisitado para dar aulas em muitas faculdades. Você já chegou aonde queria ou ainda ambiciona outros desafios profissionais?</strong></em><br />
Tudo que consegui foi sempre com muita luta pesquisa e principalmente a paixão que tenho pelo Design (seja em Produto, Interiores, Moda e Jóias). Muito investimento em livros, revistas e muitas horas em bibliotecas. Ainda tenho um grande caminho pela frente, pois em meu trabalho a pesquisa é constante.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Rubens Beghini</strong></p>
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		<title>Entrevista com Raphael Vicente Rosa</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 19:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Mabellini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[design de moda]]></category>
		<category><![CDATA[IED]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>

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		<description><![CDATA[aluno do IED São Paulo fala um pouco sobre a sua vitória no concurso my own show e sua experiência no Istituto]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Raphael Vicente Rosa ou Raphael Volk (nome artístico) aluno do <a href="http://www.ied.edu.br/sao_paulo/" target="_blank">IED São  Paulo</a> conseguiu o primeiro lugar na 5ª edição do concurso internacional <a href="http://www.vogue.it/en/talents/contests-and-more/2010/11/my-own-show-2011" target="_blank">My own show</a> na categoria moda masculina com o  projeto Santa Constancia.<br />
Em entrevista, conta um pouco sobre essa vitória e sua experiência no Istituto. </p>
<p><iframe src='http://www.ied.tv/witv/Default.aspx?id_video=b43d2024-034c-492b-b3b2-a9adf288e23f&#038;isDotTV=true' width='425' height='355' frameborder='0'></iframe></p>
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		<item>
		<title>Professora IED fala ao vivo sobre cool hunting no programa Login</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 16:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Mabellini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Cool Hunting]]></category>
		<category><![CDATA[IED]]></category>
		<category><![CDATA[login]]></category>
		<category><![CDATA[TV Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Janiene Santos explica um pouco mais sobre o caçador de tendências
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4314" title="Login" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2010/09/Login.jpg" alt="Login" width="450" height="555" /></p>
<p>A entrevista que Janiene Santos, coordenadora do curso de <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/moda/trienais/producao-joalheira/" target="_blank">Produção joalheira </a>do <a href="http://www.ied.edu.br/sao_paulo/" target="_blank">IED(Istituto Europeo di Design) </a> forneceu ao <a href="http://www.tvcultura.com.br/login/" target="_blank">Login</a>, programa da TV Cultura, no dia 27 de agosto foi um sucesso.</p>
<p>O tema da entrevista, o Cool hunting &#8211; caçador de tendências, esclareceu as dúvidas não só dos espectadores e internautas, mas também dos apresentadores que, até o momento, “não conheciam essa atividade”, afirma Fábio Azevedo.</p>
<p>Janiene garante que, além de poder explanar sobre as variedades de opções no mercado de trabalho e a versatilidade do cool hunting(er) garante que se sentiu muito bem no local mesmo sendo um programa ao vivo. “Os apresentadores, além de bem informados, foram muito receptivos e simpáticos. Foi o que contribuiu para que eu ficasse à vontade”, e continua: “foi super bacana, percebi que as pessoas entenderam o que eu quis passar e mandaram muito bem nas perguntas”.</p>
<p>Confira na integra o vídeo da entrevista de Janiene Santos acessando o site do <a href="http://www.tvcultura.com.br/login/videos/naintegra/2010-08-27/29821" target="_blank">Login</a>.</p>
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		<title>Adriana Peliano fala sobre obra de Lewis Carroll</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 17:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>IEDDesign</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Produto]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista, fundadora da Sociedade Lewis Carroll do Brasil fala sobre a obra e exposição na Virada Cultural com trabalhos sobre "Alice no País das Maravilhas"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3417" title="projeto de Adriana Peliano" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2010/05/alice_011.jpg" alt="projeto de Adriana Peliano" width="450" height="299" /></p>
<p>A obra de Lewis Carroll esteve quase sempre presente na vida de Adriana Peliano, mas se intensificou quando ela percebeu que seu maior desejo era ilustrar “Alice no País das Maravilhas”. O resultado disso surgiu na década de 90 com o trabalho de ilustrações “Alicinações” apresentado na semana de comemoração do centenário de Lewis Carroll em Oxford/UK em 98. Designer e artista plástica, Adriana já ganhou o prêmio Jabuti em 2006 pelo projeto gráfico do livro ‘A costura do invisível’ sobre o desfile de papel realizado no SPFW/2004, desenvolve oficinas e workshops tendo como tema “Alice no País das Maravilhas” e fundou a Sociedade Lewis Carroll do Brasil. Abaixo na entrevista, entre outras coisas, Adriana falou sobre a influência da obra de Lewis Carroll em sua vida.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-3416" title="desenho Hanna Barbera" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2010/05/alice_02.jpg" alt="desenho Hanna Barbera" width="174" height="266" /></strong><strong>1 &#8211; Como foi seu primeiro contato com a obra “Alice no País das Ma</strong><strong>ravilhas” de Lewis Carroll?</strong></p>
<p>Que eu me lembre comecei assistindo o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=vBYQwMOGsEo" target="_blank">desenho da Hanna-Barbera</a>. É uma adaptação livre que mistura as estórias de Alice, onde participam personagens como Fred e Barney e a Alice cai dentro da TV ao invés da toca do coelho. Assisti a esse desenho centenas de vezes. Quando fiz doze anos fui à Disney e comprei um gato de Cheshire de pelúcia, meu primeiro item de coleção. Anos mais tarde fui a uma exposição de ilustradores de Alice. Fiquei tão encantada que quando saí de lá pensei assim: O que eu mais quero fazer na vida nesse momento? E a resposta veio clara: <a href="http://alicenations.blogspot.com/search/label/Ilustrações%20de%20Adriana%20Peliano%27s%20illustrations" target="_blank">Ilustrar o livro de Alice</a>. Foi quando eu mergulhei nessa aventura que vivo até hoje. O poço de Alice nunca tem fim.</p>
<p><strong>2 &#8211; O que a levou a formar a Sociedade Lewis Carroll do Brasil? Existem outras sociedades espalhadas pelo mundo e há uma troca ou encontros entre elas?</strong></p>
<p>Existem várias Sociedades Lewis Carroll espalhadas pelo mundo. A mais antiga é a inglesa, mas existe também a japonesa, a americana, a canadense, a australiana e talvez outras mais. Sou da Sociedade Inglesa desde 1998, quando fui à Oxford no centenário da morte do autor, num evento que foi realizado na mesma universidade onde ele viveu. Cada Sociedade promove seus encontros e edita suas publicações. Evidentemente mantemos contato e trocamos informações. Já temos membros da Holanda, Inglaterra, Estados Unidos e Japão. Entre eles estão importantes colecionadores, e também o presidente da Sociedade Inglesa. Quem quiser pode participar sem nenhum custo, o objetivo é criar uma rede de contato e a partir daí dar novos saltos no impossível.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3419" title="sociedade Lewis Carroll" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2010/05/alice_031.jpg" alt="sociedade Lewis Carroll" width="450" height="210" /></p>
<p><strong>3 - O que você achou da versão de Alice filmada por Tim Burton?</strong></p>
<p>Não gostei nada do filme. Pra ser sincera acho muito sem graça, chato até. Acrescentou muito pouco ao universo deslumbrante de releituras disponíveis desse clássico da literatura. Tim Burton distorceu o espírito da obra em nome de clichês de filme de fantasia. É um filme linear, moralista e maniqueísta, enquanto Alice subverte tudo isso. Acho sinceramente que Tim Burton não tem nenhum amor especial pelo livro, ele foi apenas pretexto para contar outra estória. O que eu achei mais legal no filme foi o que ele não mostra mas que sugere e estimula. Ou seja: o filme despertou tanto interesse pela obra que abriu caminhos para novas descobertas além dele. <a href="http://alicenations.blogspot.com/2010/04/pre-estreia-do-tim-burton-noticias.html" target="_blank">Crítica de Adriana sobre o filme.</a></p>
<p><strong>4 – Há milhares de produtos vendidos relacionados com a obra de Lewis Carroll, qual foi o que mais te surpreendeu ou chamou sua atenção? </strong></p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-3420" title="jóia xícaras Tim Binns" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2010/05/alice_04.jpg" alt="jóia xícara Tim Binns" width="196" height="273" /></strong>O que eu mais amei foram as jóias. O colar de xícaras do Tim Binns, os anéis de gato, cogumelos e pássaro da H. Stern e em especial, os delírios surreais de Alidra Alic. Esses são objetos de desejo quase inalcançáveis.</p>
<p>E recomendo o livro da Kátia Canton que ilustrei,<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/busca/busca.asp?palavra=Lewis+Carroll+na+Era+vitoriana&amp;tipo_pesq=titulo&amp;sid=19524620212511354529585681&amp;k5=1D49DD96&amp;uid=&amp;limpa=0&amp;parceiro=OIIJTJ" target="_blank"> &#8220;Lewis Carroll na Era vitoriana&#8221;</a>. As ilustrações foram feitas com colagens criando hibridismos entre as ilustrações clássicas de Tenniel e a história da arte. Já estou com dois outros livros ligados a Alice para serem publicados.</p>
<p><strong>5 – Um dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos do <a href="http://www.ied.edu.br/sao_paulo/" target="_blank">IED</a> que será exposto durante a Virada Cultural foi resultado de um workshop ministrado por você. Os alunos geralmente conseguem surpreendê-la e mergulham no universo de Alice?</strong></p>
<p>Geralmente me surpreendo nas oficinas, o que é um grande desafio. A proposta do trabalho é não se limitar a uma ilustração literal das estórias de Alice, mas embarcar em uma viagem pessoal e subjetiva buscando investigar como a obra interage com o imaginário de cada um. Dessa cartola não saem só coelhos brancos mas diversas relações inusitadas, alicinações e milmaravilhas (uma palavra criada por Guimarães Rosa).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3423" title="Projeto alunos IED Petra Jurisc e Eron Mariano" src="http://designsampa.com/wp-content/uploads/2010/05/PetraJurisic_EronMariano1.jpg" alt="Projeto alunos IED Petra Jurisc e Eron Mariano" width="450" height="266" /></p>
<p>Para obter mais informações e conhecer o enorme material de pesquisa de Adriana Peliano acesse os blogs sempre atualizados por ela: <strong><a href="http://alicenations.blogspot.com/" target="_blank">alicenations</a></strong>, <strong><a href="http://brasillewiscarroll.blogspot.com/" target="_blank">brasillewiscarroll</a></strong> e <strong><a href="http://alicequem.blogspot.com/" target="_blank">alicequem</a></strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Rubens Beghini</strong></p>
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		<title>Alexsandra Cavalcanti</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 13:23:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Biagio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Fashion Marketing & Communication]]></category>

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		<description><![CDATA[aluna do Master em Fashion Marketing and Communication]]></description>
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<p>Em entrevista para o<a href="http://www.ied.edu.br/sao_paulo/" target="_blank"> IED (Istituto Europeo di Design)</a> a aluna de <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/cursos/" target="_blank">master</a> do curso de <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/moda/master/fashion-marketing-and-communication/" target="_blank">Fashion Marketing and Communication</a>, Alexsandra Cavalcanti, relata que, mesmo tendo um interesse muito grande pela moda,  a arte e o design acabou se formando em Administração, mas em 2007 é que o mundo fashion a despertou. A aluna sempre gostou de opinar e agregar suas opiniões ao produto e agora, após fazer parte da turma de Fashion Marketing, não tem dúvidas de que fez a escolha certa.</p>
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		<title>Alessandra Azambuja</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 13:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Biagio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[formada na turma 2008 do Master em Fashion Marketing and Communication]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width='420' height='315' data='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' type='application/x-shockwave-flash'><param name='movie' value='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='allowscriptaccess' value='always' /><param name='flashvars' value='config=http://www.ied.tv/swf/config.ashx?v=fa81777e-fbcf-4388-9be5-35c934c02e6f' /><embed type='application/x-shockwave-flash' width='480' height='270' src='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' flashvars='config=http://www.ied.tv/swf/config.ashx?v=fa81777e-fbcf-4388-9be5-35c934c02e6f' allowfullscreen='true' /></object></p>
<p>Alessandra Azambuja, formada na turma de 2008 do <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/cursos/" target="_blank">Master </a>em  <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/moda/master/fashion-marketing-and-communication/" target="_blank">Fashion Marketing and Communication </a>no <a href="http://www.ied.edu.br/sao_paulo/" target="_blank">IED (Istituto Europeo di Design),</a> fala um pouco sobre seus  grandes aprendizados e descobertas que obteve, graças as aulas do IED.<br />
Alessandra começou cursando economia, mas com o tempo descobriu que o que realmente queria era o marketing ligado a moda. A ex aluna percebeu que os profissionais da Istituição além de serem extremamente competentes , tinham a “vontade de fazer direito”. Alessandra ganhou uma bolsa de estudos e tem um grande orgulho de dizer que foi aluna <strong>IED</strong>.</p>
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		<title>Luiz Wachelke</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 13:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Biagio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fashion Marketing & Communication]]></category>

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		<description><![CDATA[aluno do IED São Paulo do curso Master em Fashion Marketing and Communication]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width='420' height='315' data='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' type='application/x-shockwave-flash'><param name='movie' value='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='allowscriptaccess' value='always' /><param name='flashvars' value='config=http://www.ied.tv/swf/config.ashx?v=9fd841b0-1dcd-4ed9-9b1d-2447025637ca' /><embed type='application/x-shockwave-flash' width='480' height='270' src='http://www.ied.tv/swf/flowplayer_ied.swf' flashvars='config=http://www.ied.tv/swf/config.ashx?v=9fd841b0-1dcd-4ed9-9b1d-2447025637ca' allowfullscreen='true' /></object></p>
<p>Luiz Wachelke,  formado no curso de <a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/cursos/" target="_blank">master</a> em<a href="http://www.iedbrasil.com.br/sao_paulo/moda/master/fashion-marketing-and-communication/" target="_blank"> Fashion Marketing and Communication</a> pelo <a href="http://www.ied.edu.br/sao_paulo/" target="_blank">Istituto Europeo di Design (IED) São Paulo</a>, conta como cresceu dentro da  área de moda e como o <strong>IED</strong> o ajudou nesse crescimento. Na entrevista, Luiz relata que contou com uma ótima estrutura que a faculdade proporciona e um excelente grupo de docentes que facilitaram a dar vários passos em sua carreira.</p>
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